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Hoje, no Brutti, “Violetas para César”
“Um tapete de flores aprisionadas em arcos cobria o chão. Gerente de banco, 58 anos, popular entre os clientes, entre os colegas de banco (ele sempre estava na organização dos festejos de fim de ano) e entre as mulheres. César era o tipão que enche a casa aos domingos, distribui uísque (repassar é um verbo melhor) aos convidados, fala alto, ri mais alto ainda e se atira na piscina de uma forma peculiar. Há quem diga que ele esboça uma parábola perfeita no ar antes de se chocar à água. Há quem diga que aquela última parábola desenhou o caminho da sua própria vida. No alto, ele declinou até virar ponto novamente, ponto final (…)”.
Hoje, no Brutti, “Violetas para César”.
Não percam!
Abraços,
Jana.

